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Trabalhamos pelo sorriso das pessoas, até de quem não é nosso paciente.
A ARCATA tem transformado a vida e o sorriso de seus pacientes e agora quer levar um sorriso também a quem tem a esperança de uma vida melhor, através da doação de órgãos. Por isso, assumimos de forma permanente a missão de levar informação e orientação às comunidades onde atuamos, sobre a importância deste gesto que pode salvar vidas.
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Equipe da ARCATA veste "literalmente" a camisa da campanha da ABTO para levar orientação sobre a importância da doação de órgãos
Não. É muito fácil e não exige nenhuma burocracia. Basta você conversar com os seus familiares e deixar bem claro a sua vontade de doar os órgãos. Não há necessidade de deixar nenhum documento assinado, pois os órgãos somente são doados com a autorização expressa dos familiares.
Nada. Ninguém irá retirá-los, pois os seus familiares não concordaram com a doação. Por este motivo, é muito importante que os seus familiares diretos estejam bem esclarecidos da sua vontade. Quando isto acontece, ela é sempre respeitada.
A morte encefálica, comumente conhecida como morte cerebral, representa a perda irreversível das funções vitais que mantêm a vida, como perda da consciência e da capacidade de respirar, o que significa que o individuo está morto. O coração permanece batendo por pouco tempo e é neste período que os órgãos podem ser utilizados para transplante.
O coma representa uma lesão cerebral grave, mas que pode ser reversível e, portanto, o paciente não é doador de órgãos. A morte encefálica também não deve ser confundida com o estado vegetativo persistente, em que o paciente tem uma lesão cerebral, permanece em coma por meses ou anos, mas mantém a capacidade de respirar.
No entanto, se o indivíduo em coma ou em estado vegetativo persistente evoluir para um quadro de morte encefálica, que é irreversível, poderá se tornar um doador.
Não. Por meio de exame clínico, é possível fazer o diagnóstico de cada um deles. Esse é um processo frequente e muito seguro no Brasil, que possui um dos protocolos de morte encefálica mais rígidos do mundo. No nosso país, a morte encefálica precisa ser confirmada por dois médicos especialistas e por exames específicos, o que torna o diagnóstico seguro.
Todo paciente que necessita de um transplante precisa, obrigatoriamente, estar inscrito em uma Central de Transplantes da Secretaria de Estado da Saúde. AS 10 PERGUNTAS MAIS FREQUENTES SOBRE DOAÇÃO DE ÓRGÃOS são distribuídas pelos diferentes estados do Brasil. No registro, são colocados os dados do candidato ao transplante e, a partir de então, ele aguarda por um órgão que seja compatível com as suas características.
As filas são controladas pelas Centrais de Transplantes de tal forma que os critérios médicos e ordem de inscrição são totalmente respeitados. Portanto, a fila de espera por um órgão não funciona unicamente por ordem de inscrição. Primeiro, o órgão precisa ser compatível com o receptor. Depois é selecionado, daqueles compatíveis, quem tem maior tempo de espera na lista. Para isto, se conta com um programa de computador que faz a distribuição dos órgãos de forma muito bem determinada.
Não! Qualquer manifestação de vender ou comprar órgãos é crime. Nenhum transplante de órgãos é realizado no Brasil sem o conhecimento das Centrais de Transplantes das Secretarias de Estado da Saúde, portanto esta possibilidade não ocorre. Doação é um ato de livre e espontânea vontade e de amor ao próximo.
Não. O transplante é uma operação muito delicada e realizada somente em Centro Cirúrgico e em hospitais especializados. Os órgãos são distribuídos para estes hospitais pelas Centrais de Transplantes. Portanto, estas notícias são completamente infundadas e prestam total de serviço à população.
A falta de doadores falecidos faz com que se utilize a doação intervivos. Nesse caso, é possível doar um dos rins, que é o transplante intervivos mais comum. Em situações especiais, pode-se doar parte do fígado ou do pulmão. Do doador falecido podem ser retirados para transplante: duas córneas, dois rins, dois pulmões, fígado, coração, pâncreas, intestino, pele, ossos e tendões. Um único doador pode salvar muitas vidas.
Sim. Há casos em que as famílias querem doar, concordam com a doação, mas os órgãos não podem ser utilizados. Isso acontece se o doador for portador de doença infecto-contagiosa, tiver permanecido por tempo prolongado em choque ou tiver diagnóstico de câncer. Em situações raras, a distância entre o doador e o receptor pode comprometer a qualidade de preservação do órgão. Nestas situações, as famílias são comunicadas sobre o motivo da recusa dos órgãos e não devem ficar aborrecidas, pois a vontade do doador foi totalmente respeitada.
A retirada de órgãos é um procedimento cirúrgico muito delicado, que não causa a mutilação do corpo. São retirados apenas os órgãos para ser transplantados, como se fosse uma cirurgia de rotina, após a qual o corpo é liberado aos familiares para o sepultamento.
Fonte das informações: www.abto.org.br
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Hebe Lobato
Paciente de Implante Guiado
Como são feitos os implantes guiados?
O processo de implantes guiados é muito simples! O primeiro passo é realizar uma tomografia para o planejamento cirúrgico. Com base nessa tomografia é desenvolvido um modelo tridimensional computadorizado para a análise da qualidade óssea do paciente. Em cima desta análise é confeccionado um guia que determina o posicionamento dos implantes, com total precisão. Esse guia, com muita segurança, permite a fixação dos implantes sem a necessidade de cortes de bisturi na gengiva, descartando a necessidade de pontos na boca. Isto significa mais conforto e mais agilidade em seu tratamento!
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