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Os implantes são pequenos pinos de metal (Ti – Titânio) que, quando colocados nos ossos maxilares, irão substituir as raízes dos dentes perdidos para, mais tarde, após a integração com o osso, serem suportes para próteses.
O processo de implantes guiados é muito simples! O primeiro passo é realizar uma tomografia para o planejamento cirúrgico. Com base nessa tomografia é desenvolvido um modelo tridimensional computadorizado para a análise da qualidade óssea do paciente. Em cima desta análise é confeccionado um guia que determina o posicionamento dos implantes, com total precisão. Esse guia, com muita segurança, permite a fixação dos implantes sem a necessidade de cortes de bisturi na gengiva, descartando a necessidade de pontos na boca. Isto significa mais conforto e mais agilidade em seu tratamento!
São quatro componentes: parafuso, cicatrizador, pilar protético e a prótese. O componente principal é um parafuso de formato cilíndrico ou cônico de titânio, que chamamos de implante propriamente dito. Depois, existe uma peça chamada de cicatrizador, que ajuda no ajuste da gengiva em volta do implante, a qual mais tarde é retirada, dando lugar ao pilar protético que fará a sustentação e união com a prótese planejada.
Trata-se de um metal compatível com o organismo humano (biocompatível), ou seja, que pode ser utilizado em contato com os tecidos vivos sem lhes causar reações adversas.
É um processo pelo qual o implante integra-se ao osso. Quando integrado ao osso, um implante não poderá mover-se, nem causar dor.
1) Recuperar a estética e função;
2) Diminuir a necessidade de agredir os dentes restantes na boca;
3) Reduzir ou eliminar a perda óssea.
Após a avaliação da história médica do paciente e um exame clínico minucioso, necessitamos da avaliação de ossos e dentes. Exames radiográficos serão, portanto, solicitados. Modelos em gesso das arcadas dentárias são úteis também para o planejamento, e serão pedidos conjuntamente com as radiografias. Porém, os exames de laboratório serão solicitados de acordo com a história médica do paciente.
A cirurgia não é dolorosa, pois o paciente estará anestesiado ou, eventualmente, sedado. No período de recuperação, remédios contra dor e inflamações serão indicados para reduzir qualquer desconforto e prevenir infecções. Além disso, a cirurgia na ARCATA pode ser feita com implante guiado, consequentemente, com o mínimo desconforto.
Isso depende da quantidade de implantes e em que áreas eles serão instalados. Na maxila, por exemplo, a integração com o osso leva de cinco a seis meses. Já na mandíbula, um pouco menos, de três a quatro meses. A elaboração de uma prótese pode levar de um a três meses, em virtude de ajustes e o envio de material para laboratórios. Na ARCATA, devido à qualidade de nossos materiais e técnicas utilizadas, esse tempo de cicatrização pode cair para 45 dias e, em alguns casos especiais, o paciente poderá ser reabilitado com uma prótese em cerca 72 horas. Esse tipo é chamado de Carga Imediata.
Rejeição é quando nosso organismo cria um ataque contra agentes nocivos e que não são reconhecidos pelo nosso corpo. Isto não acontece com o titânio em contato com os tecidos biológicos (biocompatibilidade e osseointegração), como vimos acima. Há mais de 40 anos os implantes de titânio são pesquisados e a rejeição não foi encontrada. Outros fatores podem gerar a perda do implante, mas isto não é rejeição. Um exemplo disso é quando não há integração do implante ao osso logo após a cirurgia, o que costuma acontecer quando o parafuso de titânio fica envolvido por tecido que forma uma espécie de cicatriz (fibrointegração). Isso não é rejeição, é uma falha de reparo do osso e/ou contaminação do implante. No entanto, esse tipo de evento é raro, e atinge somente 3% dos casos. Em geral, quando um implante não tem sucesso, as suspeitas recaem sobre a higiene precária da boca, falta do paciente aos controles clínicos e nos cuidados na manutenção geral dos implantes. Além disso, se a saúde geral do paciente não vai bem, ou seja, quando está debilitada por alguma doença crônica não tratada ou não controlada, isso pode oferecer a perda dos implantes. Exemplos comuns são diabetes, pressão alta e o alcoolismo.
A reabilitação de tudo aquilo que foi perdido dentro da boca é um investimento em qualidade de vida, portanto a melhor coisa a ser feita é uma boa conversa para esclarecimento de cada passo do tratamento. Um ponto de equilíbrio, entre custos e benefícios relativos aos investimentos, aparecerá naturalmente quando o paciente sentir-se seguro de sua responsabilidade financeira e estiver confiante ao lado do profissional responsável pelo seu tratamento. Na ARCATA, você faz uma avaliação antes de contratar seu tratamento.
Documento de identificação com foto, CPF e algum exame de radiografia odontológica recente (menos de 6 meses), caso possua.
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Kátia Costa
Paciente de Cirurgia Buco-maxilofacial
"Ao conhecer a clínica fiquei impressionada com a atenção dos profissionais..."
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