Agende sua avaliação 0800 600 1617

DÚVIDAS FREQUENTES


Resposta: São quatro componentes: pino ou parafuso, cicatrizador, pilar protético e a prótese. O principal componente é um parafuso de formato cilíndrico ou cônico de titânio, que chamamos de implante propriamente dito. Em seguida é instalada uma peça chamada de cicatrizador, que favorece a adaptação da gengiva ao redor do implante, a qual mais tarde é retirada, dando lugar ao pilar protético que realizará a sustentação e união com a prótese planejada.
Resposta: Trata-se de uma estrutura em cerâmica branca opaca chamada zircônia, revestida de uma porcelana estética esculpida com o formato dos dentes. É um material novo e tecnologicamente e inovador, pois é executado com ajuda de scanners eletrônicos e impressoras 3D. É o material que apresenta o melhor resultado estético, pois ao não conter metal no seu interior, apresenta grande translucidez, semelhante aos dentes naturais. É altamente resistente e tem durabilidade semelhante aos dentes com estrutura metálica. Não muda de cor com o tempo e é altamente resistente ao desgaste.
Resposta: Dentadura Dentaduras são próteses removíveis que substituem os dentes ausentes. Existem dois tipos de dentaduras: as totais e as parciais. As dentaduras totais são usadas quando houve uma perda total dos dentes da boca. Elas são constituídas por duas peças: um conjunto de dentes para o maxilar superior e um para a mandíbula. As dentaduras parciais são utilizadas quando ainda existem alguns dentes naturais no maxilar superior e mandíbula. Estas são compostas por um ou vários dentes com ganchos de metal nas laterais que se encaixam e apoiam entre os dentes naturais presentes.

Implante dentário Os implantes dentários são substitutos permanentes odontológicos. É composto por uma haste de metal, feita de titânio, que é inserida no osso maxilar – dentro da gengiva. Ele pode ser uma peça que suporta um só dente vários, dependendo de seu tamanho. Com o uso de 5 ou seis peças de titânio maiores é possível preencher toda uma mandíbula.
Resposta: O preenchimento consiste em um procedimento onde o Dermatologista ou especialista em Medicina Estética aplica materiais específico sob a pele, em rugas e depressões, diminuindo a sua profundidade, com o objetivo de restaurar o contorno e volume do rosto, melhorando do aspecto da região tratada. O preenchimento, através de técnicas específicas é utilizado para correções de contorno do corpo, do rosto, do nariz, sendo que alguns chamam essa técnica de Bioplastia.
Resposta: Cada um deles é um método diferente, que agem em locais diferentes e cada um de uma forma. O botox é utilizado para rugas e linhas de expressão, enquanto o preenchimento é utilizado para o aumento de volume ou correção de contornos.
Resposta: Os implantes são pequenos pinos de metal (Ti – Titânio) que, quando colocados nos ossos maxilares, irão substituir as raízes dos dentes perdidos para, mais tarde, após a integração com o osso, serem suportes para próteses.
Resposta: Trata-se de um metal compatível com o organismo humano (biocompatível), ou seja, que pode ser utilizado em contato com os tecidos vivos sem lhes causar reações adversas.
Resposta: A cirurgia não é dolorosa, pois o paciente estará anestesiado ou, eventualmente, sedado. No período de recuperação, remédios contra dor e inflamações serão indicados para reduzir qualquer desconforto e prevenir infecções. Além disso, a cirurgia na ARCATA pode ser feita com implante guiado, consequentemente, com o mínimo desconforto.
Resposta: Isso depende da quantidade de implantes e em que áreas eles serão instalados. Na maxila, por exemplo, a integração com o osso leva de cinco a seis meses. Já na mandíbula, um pouco menos, de três a quatro meses. A elaboração de uma prótese pode levar de um a três meses, em virtude de ajustes e o envio de material para laboratórios. Na ARCATA, devido à qualidade de nossos materiais e técnicas utilizadas, esse tempo de cicatrização pode cair para 45 dias e, em alguns casos especiais, o paciente poderá ser reabilitado com uma prótese em cerca 72 horas. Esse tipo é chamado de Carga Imediata.
Resposta: Rejeição é quando nosso organismo cria um ataque contra agentes nocivos e que não são reconhecidos pelo nosso corpo. Isto não acontece com o titânio em contato com os tecidos biológicos (biocompatibilidade e osseointegração), como vimos acima. Há mais de 40 anos os implantes de titânio são pesquisados e a rejeição não foi encontrada. Outros fatores podem gerar a perda do implante, mas isto não é rejeição. Um exemplo disso é quando não há integração do implante ao osso logo após a cirurgia, o que costuma acontecer quando o parafuso de titânio fica envolvido por tecido que forma uma espécie de cicatriz (fibrointegração). Isso não é rejeição, é uma falha de reparo do osso e/ou contaminação do implante. No entanto, esse tipo de evento é raro, e atinge somente 3% dos casos. Em geral, quando um implante não tem sucesso, as suspeitas recaem sobre a higiene precária da boca, falta do paciente aos controles clínicos e nos cuidados na manutenção geral dos implantes. Além disso, se a saúde geral do paciente não vai bem, ou seja, quando está debilitada por alguma doença crônica não tratada ou não controlada, isso pode oferecer a perda dos implantes. Exemplos comuns são diabetes, pressão alta e o alcoolismo.
Resposta: A reabilitação de tudo aquilo que foi perdido dentro da boca é um investimento em qualidade de vida, portanto a melhor coisa a ser feita é uma boa conversa para esclarecimento de cada passo do tratamento. Um ponto de equilíbrio, entre custos e benefícios relativos aos investimentos, aparecerá naturalmente quando o paciente sentir-se seguro de sua responsabilidade financeira e estiver confiante ao lado do profissional responsável pelo seu tratamento. Na ARCATA, você faz uma avaliação antes de contratar seu tratamento.
Resposta: Documento de identificação com foto, CPF e algum exame de radiografia odontológica recente (menos de 6 meses), caso possua.
Resposta: O processo de implantes guiados é muito simples! O primeiro passo é realizar uma tomografia para o planejamento cirúrgico. Com base nessa tomografia é desenvolvido um modelo tridimensional computadorizado para a análise da qualidade óssea do paciente. Em cima desta análise é confeccionado um guia que determina o posicionamento dos implantes, com total precisão. Esse guia, com muita segurança, permite a fixação dos implantes sem a necessidade de cortes de bisturi na gengiva, descartando a necessidade de pontos na boca. Isto significa mais conforto e mais agilidade em seu tratamento!